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Proteção contra inflação americana e investimento imobiliário



Valor Econômico


Pedro Barreto é sócio-fundador e chairman da Ativore Global Investments

A procura pela segurança do dólar combinada à modernização de nosso ambiente regulatório tem impulsionado os investidores brasileiros a internacionalizar suas carteiras. No entanto, o ambiente global também já não está tão tranquilo para os investidores.


Uma das principais consequências da pandemia foi a aceleração da inflação nos EUA. O índice de preços (CPI) encerrou 2021 com a maior alta nos últimos 40 anos, de 7%, e para conter a inflação o Fed sinalizou a alta antecipada nas taxas de juros para 2022 - ciclo que teve início nesta semana.


Isto deverá impactar negativamente o preço da maioria dos ativos e resulta em uma grande questão para os investidores: como posicionar a carteira de investimentos internacional para se proteger ou até lucrar em ambiente inflacionário mais alto nos EUA.


Uma ótima alternativa são investimentos em ativos que atuam como hedge inflacionário, ou seja, como proteção frente a movimentos macroeconômicos que diminuem o poder de compra da moeda. Boas opções são títulos de renda fixa com rentabilidade indexada à inflação, ações de empresas cujas receitas sejam facilmente ajustadas pela inflação, ouro e outras commodities. Porém, há uma classe merece destaque nessa estratégia: os imóveis nos Estados Unidos.

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