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Quanto falta para a ocupação dos escritórios voltar à forma pré-pandemia?



Por Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA


Acompanhando de perto o mercado imobiliário comercial, principalmente o de lajes corporativas na cidade de São Paulo – capital que concentra a maior densidade de lajes corporativas em todo o Brasil –, constatamos que são mais de 3 milhões de metros quadrados de escritórios de alto padrão, distribuídos por 11 regiões principais. No jargão do mercado, chamamos esse grupo de áreas de Central Business Districts (Berrini, Chácara Santo Antônio, Chucri Zaidan, Faria Lima, Itaim Bibi, JK, Marginal Pinheiros, Paulista, Pinheiros, Santo Amaro e Vila Olímpia).


Apesar da pandemia e de parte das empresas manterem seus colaboradores em regime de trabalho híbrido ou home office, importantes empreendimentos foram entregues em 2021, acrescentando 154,2 mil metros quadrados em novo estoque para a capital. Para se ter uma ideia, esse volume nos anos de 2019 e 2020 – somados – não chegou a 100 mil novos metros quadrados.


No início de 2021, a BR Properties entregou três torres – Aroeira, Jatobá e Paineira – do complexo Parque da Cidade na Chucri Zaidan. Juntas, as torres têm 132 mil metros quadrados e chegaram ao mercado com importantes selos para empresas que estão adequando seus negócios dentro dos princípios ESG, como o LEED Gold e LEED Neighborhood.


O arranha-céu River One foi outro empreendimento de escritórios de alto padrão entregue em maio do ano passado, na região da Marginal Pinheiros, com lajes privativas médias de 1.461 metros quadrados e algumas com área de terraço. Por último, o Dynamic Faria Lima foi entregue em julho, com mais 5.071 metros quadrados em novo estoque para Pinheiros.

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