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Reajustes dos aluguéis oneram lojistas instalados em shoppings

Diário do Comércio


Mesmo com a retomada pós-Covid, a situação dos lojistas de shopping ainda está longe do ideal. As vendas estão crescendo lentamente e os comerciantes ainda enfrentam altos aluguéis, com pouca margem para negociações.


O cenário atual certamente é melhor do que o dos últimos dois anos, quando os centros de compras ficaram um bom tempo fechados, mas não voltou aos níveis pré-pandemia, lamenta o presidente da Associação dos Lojistas de Shopping Centers de Minas Gerais (Aloshopping), Alexandre Dolabella.


Alguns setores estão tendo uma performance melhor. “O segmento de confecções e acessórios melhorou bastante, porque os eventos e festas, como as de casamento, voltaram. O setor de vestuário foi o que mais sofreu durante a pandemia e agora está indo melhor, seja ele feminino ou masculino. Mas a demanda ainda está muito devagar”, reitera Dolabella.


Os lojistas estão sofrendo também com os preços dos aluguéis. A situação está pior para os antigos, obrigados a absorver reajustes pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) – que inclui diversas variações da cadeia produtiva, inclusive insumos, e, por isso, tem sido maior que o IPCA. “Neste caso, os novos lojistas estão tendo uma condição melhor, o que é um disparate. Estão valorizando mais quem está chegando; e quem fechou a loja e voltou agora, conseguiu negociar melhores contratos”, diz Dolabella.

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