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Só 36% das empresas terminaram 2020 com trabalho presencial nos escritórios, aponta KPMG

Fonte: Estadão



Apenas 36% das grandes empresas brasileiras terminaram 2020 já de volta aos escritórios físicos, enquanto um pouco menos da metade (46%) previu, no fim do ano, voltar em algum momento de 2021, mostra uma pesquisa da consultoria da KPMG obtida com exclusividade pelo Estadão. Com o recrudescimento da pandemia de covid-19 neste início de ano, poderão ocorrer novas rodadas de adiamentos, repetindo o padrão de 2020.


No fim do ano, segundo o levantamento, apenas 7% dos 264 executivos e empresários de diversos setores da economia entrevistados responderam que as áreas administrativas das empresas voltariam aos escritórios no “próximo mês” ou “até dezembro” – a pesquisa foi feita em outubro e novembro.


Mesmo antes disso, ainda em novembro de 2020, companhias como Oi, Petrobrás, Itaú Unibanco e Dafiti já haviam anunciado que deixariam a volta para este ano. No início do mês passado, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, afirmou que o banco não pretende retomar o trabalho físico das suas unidades corporativas tão cedo, porque a corporação está funcionando “muito bem” no formato atual, com 94% do pessoal em “home office”.


Até no setor público a moda pegou. Como mostrou o Estadão no fim do mês passado, um em cada quatro servidores do Executivo federal terminou 2020 trabalhando em “home office” integral, conforme dados do Ministério da Economia. “As empresas estão aqui com uma previsão de retorno ao escritório ao longo de 2021. Muitos acabaram não retornando em 2020”, afirmou André Coutinho, sócio-líder de Advisory da KPMG no Brasil.


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