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Sem acordo, Brookfield adia venda dos seus três últimos shoppings

O Estado de S.Paulo


A canadense Brookfield adiou, mais uma vez, as negociações para venda das suas participações nos shoppings Higienópolis, Pátio Paulista, ambos em São Paulo, e Riosul, no Rio de Janeiro, segundo fontes. A negociação dos ativos havia sido retomada no começo do ano, mas não houve acordo sobre o valor desde então. A deterioração do cenário macroeconômico também pesou.




A Brookfield é a sócia majoritária nesses empreendimentos, com uma fatia de 50% a 55% em cada um deles. Essa fatia deve valer entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3,5 bilhões, pelos cálculos de analistas. Há pouco gente com dinheiro na conta para assinar um cheque dessa magnitude. E com os juros lá no alto, tomar um financiamento ou buscar capitalização em Bolsa ficou mais complicado, o que tirou o apetite de algumas das principais interessadas.


Iguatemi e Multiplan conversaram com a canadense

Os centros de compras ficam em bairros nobres e são voltados a consumidores de renda alta. O perfil é semelhante ao portfólio da Iguatemi e da Multiplan, vistas como candidatas naturais a uma negociação. A Iguatemi já tem uma fatia no Higienópolis, o que lhe daria direito de preferência entre os potenciais compradores.


A Coluna apurou que a Iguatemi e a Multiplan conversaram com a Brookfield, mas sem um acordo sobre preço. A Ancar, que é a administradora do RioSul, também se interessou, mas não colocou oferta firma na mesa.


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