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Trabalho remoto ganha mais adeptos no pós-pandemia

Jornal do Comércio



O trabalho realizado a distância, chamado de home office, está ganhando cada vez mais adeptos no mundo, estando o Brasil entre os países onde a adesão é alta. Dizem até que frases como 'sair para trabalhar' não fazem mais sentido. O trabalho invadiu os lares sem pedir licença há mais de um ano, quando o deslocamento até o serviço virou uma ameaça à saúde.


O home office já era discutido antes da chegada da pandemia da Covid-19 e hoje virou um dos critérios básicos para atrair os melhores profissionais do mercado. Há quem ame, há quem odeie e há, também, os que preferem o meio termo. Uma empresa do porte e da importância como o Google já sinalizou que os seus escritórios serão transformados para dar boas-vindas ao modelo híbrido.


Se o home office já era uma tendência em ascensão em muitas áreas, para os profissionais de tecnologia e design é uma realidade não tão recente. Com a internet, o céu é o limite. Não há mais barreiras geográficas ou deslocamentos de até uma hora para participar de reuniões que poderiam ser resolvidas apenas com um e-mail ou videochamada. A facilidade do trabalho virtual está indo além da segurança - hoje um dos problemas no Brasil -, uma vez que a flexibilidade para transitar entre o escritório e a cadeira diante do computador, do notebook ou tablet garante ao colaborador a autonomia que pode ser muito útil em processos criativos.