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Tradicionais em shoppings, marcas miram comércio de rua

Fonte: Folha de S.Paulo




Empresários do varejo de moda que são donos de marcas instaladas em shopping centers há décadas entraram em 2021 dispostos a repensar o modelo e buscar pontos no comércio de rua. O movimento é uma estratégia para reduzir cobranças como aluguel e condomínio. A ideia vem ganhando adesão desde o começo da pandemia, quando os custos pesaram por causa da queda nas vendas com os fechamentos e restrições dos horários de funcionamento.


A rede de moda MOB encerrou uma unidade no Iguatemi Porto Alegre e inaugurou outra na capital gaúcha, mas na rua. Também abriu em bairros de Sinop (MT), Campinas (SP) e na capital paulista. Agora busca franqueados para outros pontos fora de shoppings pelo país, segundo Angelo Campos, diretor da MOB.


Tinho Azambuja, dono da SideWalk, que fechou duas lojas próprias em shoppings de Porto Alegre e Brasília, quer fazer o mesmo movimento. “Para os franqueados que estão me procurando, estou indicando loja de rua”, diz.


A rede TNG fechou uma unidade de shopping em Ribeirão Preto e abriu outra a cinco minutos do local, segundo seu fundador, Tito Bessa. “Eu pagava R$ 50 mil de aluguel lá e agora pago R$ 7 mil em um espaço maior. Vou fazer isso em Jundiaí”, afirma.


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