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Vacância de um dígito impulsiona lançamentos logísticos

GRI Club



A alta demanda por ativos logísticos segue atraindo investimentos para o setor, impulsionados pela escassez de áreas vagas. Segundo dados da SiiLA Brasil revelados ao GRI, a taxa de vacância média no país era de 10,58% ao final do terceiro trimestre, com resultados ainda melhores em algumas regiões, como Sul (6,37%) e Nordeste (9,24%).


Os altos índices de ocupação, naturalmente, têm aumentado a necessidade de oferta. A SiiLA Brasil projeta que devem ser entregues 2,2 milhões de metros quadrados nos próximos 12 meses, segundo o CEO da empresa, Giancarlo Nicastro.


A entrega de uma quantidade significativa de novos empreendimentos deve fazer a vacância subir levemente, mas no curto prazo não se observa um descompasso entre oferta e demanda. “Se de fato tudo isso for entregue, imaginamos que a média de 10% deve subir entre um e três pontos percentuais. É um aumento leve”, indica o CEO da SiiLA Brasil, Giancarlo Nicastro.


Segundo Nicastro, houve um aumento de preço tímido em novos contratos, e nos próximos seis a doze meses a tendência é que a valorização seja ainda maior, tanto pelo repasse do aumento nos custos de construção quanto pela escassez de ativos em determinadas regiões, como na Grande São Paulo.


“Quando a gente fala dos novos empreendimentos, o preço médio [do metro quadrado] saiu de R$ 18,98 no final de 2020 para R$ 19,23 agora. Parece pouco, são 25 centavos, mas é muito representativo na logística porque são 25 centavos em milhões de metros quadrados”, explica o CEO da SiiLA Brasil.


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