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Vacina e PIB impulsionam demanda por escritórios

Valor Econômico



O avanço da vacinação contra a covid-19 e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima do esperado fizeram com que o segmento de escritórios corporativos de alto padrão atingisse, no segundo trimestre, seu ponto de inflexão no mercado paulistano. Foi a primeira vez, desde o início da pandemia, em que a diferença entre o total de áreas contratadas e devolvidas - chamada de absorção líquida no jargão do setor - ficou positiva, nas principais regiões da cidade de São Paulo, conforme a consultoria SiiLA, chegando a 10.168 m2.

“Sempre achamos que a vacinação seria a chave da mudança, como vem ocorrendo no resto do mundo”, diz o presidente da SiiLA, Giancarlo Nicastro.

No trimestre, as principais movimentações do mercado foram a ocupação de 9.900 m2, no WT Torre Nações Unidas, pela Dasa, rede de laboratórios de medicina. A Via (ex-Via Varejo) assinou contrato de 7 mil m2 no Eldorado Business Park. “A tendência é que as ocupações continuem ocorrendo, a não ser que haja algo fora do radar, como alguma variante que faça ser necessária a volta do ‘lockdown’”, afirma Nicastro.


Na avaliação de Nicastro, a demanda por escritórios tem crescido porque potenciais ocupantes se deram conta de que este é o “melhor momento” para alugar imóveis, considerando-se que ainda há opções com preço de locação atrativos, nas regiões prioritárias, como a da Paulista.


Para o executivo da SiiLA, o ciclo de alta de preços tende a ocorrer depois que a vacância cair para o patamar de 15%, o que é esperado por ele para daqui a um ano. O foco dos proprietários de escritórios deve ser agora a “otimização da ocupação”, segundo Nicastro, e não o preço. “É melhor um imóvel locado com preço baixo do que um imóvel vazio”, diz. Contratos de no mínimo cinco anos passam por revisionais, a cada três anos, para se adequar aos valores de mercado.

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