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Varejo desacelera e mais áreas sentem crise

Fonte: Valor Econômico



Apesar da forte expansão da venda on-line desde o início da pandemia, avaliações preliminares de associações e de empresas que publicaram balanços nos últimos dias indicam que março pode estar com desempenho já comprometido para o comércio. Mesmo setores que tinham melhores resultados perderam força, como os supermercados. No varejo de moda, ontem, a Riachuelo informou que as lojas têm funcionado 40% do tempo normal em março.


A Associação Brasileira de Franquias (ABF) relata um cenário hoje mais frágil para as lojas do que no início da pandemia, em setores como moda, calçados e restaurantes.


“A preocupação [dos empresários] aumentou muito, com os negócios mais expostos aos shoppings centers numa situação mais difícil. Há efeito sobre custos fixos, por conta dos estoques parados, o que pressiona ainda mais a necessidade de caixa das empresas”, disse Antonio Leite, diretor vice-presidente da ABF.


Ontem, a Apas, a associação dos supermercados paulistas, criticou a decisão de certos municípios de fechar hipermercados e supermercados e permitir apenas a venda on-line neste momento. No segmento, especialistas estimam que só 5% das vendas sejam feita pela internet. A entidade afirma em nota que as redes não têm estrutura para trabalhar só com entregas.


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