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Venda on-line tem baixa expansão

Taxa de crescimento de 6% no primeiro semestre é a menor desde 2016


Valor Econômico



Relatórios sobre as vendas no varejo on-line no país, de consultorias tradicionais do setor, confirmam a queda no ritmo de crescimento no ano e indicam que o atacarejo - e sua agressiva política de preços e ampliação de portfólio - pode estar ganhando mercado, inclusive, sobre os grandes “marketplaces”.


Dados ainda mostram que as plataformas estrangeiras, parte delas com operação na Ásia, não vêm ampliando a base de consumidores em ritmo tão acelerado - um possível sinal de que os sites internacionais não ficaram imunes à crise no consumo, com a alta da inflação e repasses de aumentos de custos a lojistas on-line e clientes.


Relatório semestral “Webshoppers” (46ª edição), elaborado pela NielsenIQ | Ebit, e antecipado ao Valor, mostra alta de 6%, em termos nominais, nas vendas do comércio eletrônico no primeiro semestre, para R$ 118,6 bilhões. É a mais baixa taxa de expansão semestral desde 2016 - após 2020, os números passaram a considerar os dados do Mercado Livre.


O crescimento é visto como tímido, diz o responsável pela área de e-commerce da NielsenIQ, Marcelo Osanai, principalmente ao se considerar o avanço de 47% no primeiro semestre de 2021.

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