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Via e Magalu aceleram ‘marketplace’

Valor Econômico



Números publicados pela Via, Magazine Luiza e Mercado Livre mostram desaceleração na velocidade de crescimento das vendas totais do primeiro trimestre para o segundo, confirmando expectativas do mercado. Mas os ritmos de expansão diferem entre os grupos.


A base mais forte de comparação de abril a junho de 2020, frente a este ano, contribuiu para essa perda de vigor entre os trimestres de 2021.


Todas as empresas aceleraram captura de lojistas para reforçar o “marketplace” (shopping virtual) num ambiente de disputa mais pressionado por queda em emprego e perda de renda.


Na noite de quarta-feira, a Via publicou alta de 20% nas vendas totais de sua plataforma (GMV, da sigla em inglês), para R$ 6,3 bilhões - versus alta de 123% de janeiro a março - um desempenho em grande parte sustentado pela demanda de produtos de lojistas em seu marketplace. A receita total, do on-line e das lojas, avançou 51%, uma taxa acima do ritmo do começo do ano.


No Magazine, a alta no GMV foi de 46,4%, para R$ 9,8 bilhões, também abaixo da velocidade de janeiro a março (114%), mas com receita total avançando 60,5%, para R$ 13,7 bilhões. O índice de expansão do Magalu no GMV supera Via e Mercado Livre - este teve alta de 40% no GMV, mas a receita líquida de Mercado Livre no Brasil acelerou-se mais, 101%.


O Mercado Livre é a única das grandes plataformas que atua na venda entre pessoas físicas, e essa receita é incluída no número, mas não publica dados de margem e lucro no país.

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