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Vinci Partners capta R$ 1 bilhão ao mês, desde 2018, e tendência é de alta

Estadão



Investidora na rede de pizzarias Domino’s, na empresa de telecomunicações Vero Fibra, na de medicina diagnóstica Cura e no Agibank, a Vinci Partners tem mantido um ritmo de captações de R$ 1 bilhão ao mês em seus diversos fundos, desde o início de 2018. O sócio Bruno Zaremba diz, no entanto, que esse número pode mudar pontualmente no ano que vem – e para cima.


É que a gestora deve abrir para a captação uma quarta versão de seu principal fundo, o VCP, com expectativa de captar R$ 5 bilhões. No terceiro fundo VCP, a Vinci captou R$ 4 bilhões. Em média, a gestora tem apresentado retorno de 51% ao ano neste fundo. O VCP III já colocou 50% desse capital em ativos e participações em empresas, mas com algumas novas aquisições na esteira, a meta é chegar em breve aos 80%.


Além das receitas capturadas na gestão desse e outros fundos com estratégias alternativas e de longo prazo, outros dois negócios vêm tendo bom desempenho: o de gestão para fundações e a assessoria financeira em operações de oferta de ações e fusões e aquisições. “Esse (gestão para fundações) é um dos negócios que mais cresce”, diz Zaremba. “Dobramos em relação ao ano passado, com a queda do juro real levando as fundações a buscarem soluções fora de casa.” De acordo com ele, no segmento de mandatos exclusivos, os ativos sob gestão alcançaram R$ 22 bilhões no segundo trimestre, dois terços deles vindo das fundações.


Já no negócio de assessoria para operações corporativas, a Vinci prevê alcançar R$ 40 milhões em receitas este ano. De janeiro a junho, a Vinci acumula R$ 18 milhões em receitas na área. Entre os sócios da Vinci, estão Gilberto Sayão (ex-sócio do Pactual) e Alessandro Horta (ex-vice presidente do UBS Pactual).

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