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Viver, comer, comprar: o novo mantra dos shoppings

Mercado&Consumo



Imagine a cena. Sua família decide ir ao cinema e depois jantar. Em vez de entrar no carro, dirigir até lá, procurar vaga e correr para a sessão, você simplesmente pega o elevador, sai dentro do shopping, dá alguns passos e chega ao destino. Muito conveniente, não acha? Isso será realidade, no ano que vem, para os 114 felizes proprietários de um apartamento no The Spot One, luxuoso prédio que será conectado ao Balneário Shopping, com entrada exclusiva para o mall. A ideia da Almeida Junior é construir empreendimentos semelhantes, em breve, nos outros seis shoppings que possui em Santa Catarina.


Algo parecido já acontece em lugares como o Shopping Cidade Jardim, da JHSF, e o Parque Shopping Maia, da General Shopping, que também estão conectados a edifícios residenciais. Apesar de não ser novidade, a união entre centros comerciais e empreendimentos residenciais tem ganhado impulso no Brasil, em especial após a pandemia.


Entre os motivos para esse novo ciclo estão fenômenos como o home office, a busca por conveniência, a valorização da proximidade e a necessidade crescente dos shoppings de gerar fluxo recorrente.


Para se ter ideia da força desse movimento basta dizer que 28% dos shoppings em operação no País integram um complexo multiúso, segundo dados da Abrasce, a Associação Brasileira de Shopping Centers.

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