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WeWork aposta que 2021 é o ano da virada

Fonte: NeoFeed



“O mundo pós-pandemia é a hora do WeWork brilhar”. Com esse título, uma reportagem publicada há duas semanas pelo jornal britânico Financial Times chamou atenção para o novo momento vivido pelo WeWork, até pouco tempo.


A companhia entrou em parafuso depois do turbilhão de problemas desencadeado por um IPO frustrado, no segundo semestre de 2019, que trouxe à tona problemas de governança, de estratégia e um histórico de resultados deficitários. Mas vem encontrando a luz no fim do túnel a partir de mudanças geradas pela Covid-19.


“Esse modelo de trabalho híbrido, que a gente vinha propondo há muito tempo, ganhou o mainstream”, afirma Lucas Mendes, diretor-geral do WeWork no Brasil. “Está muito claro que você não precisa gastar duas horas no trânsito, mas as pessoas querem, em algum momento, ter um escritório.”


Segundo o executivo, a aceleração dessa tendência já está se refletindo na operação brasileira. “As empresas com mais de mil funcionários já representam mais de 50% dos nossos clientes”, afirma. A lista inclui companhias como a Sky, que aderiu a essa tendência e firmou contrato com a WeWork no período.


Entre aberturas e fechamentos de unidades, hoje, o WeWork tem 32 unidades no mercado brasileiro. Antes de retomar os planos de expansão, a partir do segundo semestre, a empresa quer avaliar a aderências de produtos que estão sendo testados no País e que vão ao encontro dessas tendências, como a locação de espaços por hora.


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